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Indea e MAPA realizam ações de vigilância para doença em rebanhos
DENISE NIEDERAUER
Assessoria/Seder-MT

Assessoria
Sacrifício de bovinos como ação de investigação
O Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea/MT) e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) realizaram abate de bovinos como ação de minimização do risco para a Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB - Doença da Vaca Louca). Neste ano no mês de Abril foram identificados dois pontos de possibilidade de risco de desenvolvimento da EEB, em Tangará da Serra, (239 Km de Cuiabá) em duas fazendas. Foi detectado o forrnecimento de “Cama de aviário” aos ruminantes, com comprovação laboratorial, tendo sido detectados os subprodutos de origem animal, “Ossos não Calcinados e Penas não Hidrolisadas”, proibidos pela legislação vigente na Instrução Normativa Ministerial nº 08/ 2004/MAPA.

Os produtores após serem devidamente notificados do resultado laboratorial positivo, tiveram um prazo de 30 dias para abater os animais em estabelecimentos de abate sob inspeção sanitária. No dia 29 de julho foram sacrificados trinta e um bovinos, no Frigorífico Pantanal, em Tangará da Serra, onde as carcaças dos animais adultos foram liberadas para consumo humano e dos bezerros destruídas, conforme dispõe a legislação sanitária vigente, e todo Material de Risco Específico (MRE) como o encéfalo, olhos, tonsilas, medula espinhal, e terço distal do íleo para EEB foram retirados e destruídos.

Os trabalhos de abate dos bovinos, a retirada do MRE e destruições foram acompanhados pelos médicos veterinários Donizeti Pereira de Mesquita, do Serviço de Saúde Animal (SSA), da Superintendência Federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SFA/MT/MAPA), Ernani Machado de Lima e Igor Queiroz Silva, da Coordenadoria de Controle das Doenças dos Animais (CCDA), do Indea de Mato Grosso. Todos os procedimentos para efetivar a denúncia ao Ministério Público Federal (MPF) foram adotados pelo Serviço de Saúde Animal do MAPA.

O presidente do Instituto, Valney Souza Corrêa afirmou que os técnicos e os médicos veterinários do Indea, na capital e no interior vão continuar efetuando a fiscalização em propriedades de risco, ou seja, aquelas que criam aves e suínos junto com ruminantes ou forneçam qualquer tipo de proteína de origem animal proibida na suas alimentações. “As ações do Governo são de proporcionar ao rebanho mato-grossense de 28,2 milhões de bovinos e bubalinos os investimentos necessários no controle da sanidade animal com campanhas permanentes de vacinação e capacitação dos nossos profissionais”.

Segundo o médico veterinário do Indea/MT Ernani Lima, responsável pelo programa de controle da raiva dos herbívoros e prevenção de outras EET, é fundamental que o produtor faça a sua parte e não forneçam aos ruminantes (bovinos, bubalinos, ovinos e caprinos) produtos de origem animal, ossos não calcinados, resíduos da criação de suínos e cama de aviário, ou qualquer outro produto de origem animal proibido. “Os produtores rurais flagrados realizando a prática de fornecimento de arraçoamento com a administração de ração com produtos proibidos pela legislação sanitária serão penalizados conforme a legislação sanitária federal e estadual, inclusive com a interdição da propriedade e eliminação/sacrifício dos animais”, ressaltou.


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